segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O PODER DO SEXO NAS VENDAS



Antes de pensar que eu também apelei para este tema, esclareço:
Segundo o instituto de pesquisa Nielsen em diversos segmentos do varejo quando a mulher não é a compradora é a decisora da compra em muitas situações e produtos, alguns exemplos:

Roupas.

Comportamento do homem quando compra suas roupas (isso QUANDO compra...): Por algum motivo ele se interessa em ver uma vitrine e entra na loja (primeiro milagre), logo localiza o que estava procurando e vai correndo direto para o expositor ver as opções (normalmente alguma calça idêntica a que ele tinha que já está sem condições de uso), a vendedora ou vendedor lhe ofereçe para provar a peça, entra no provador (vulgo câmara de tortura, cubículo, solitária, sauna, etc.) e quando está sem calças aparece o vendedor com um sapato que combina, cinto, etc.
Nesta hora nosso comprador já está suando um monte e se apressa em provar a calça, se couber, ótimo, compra logo diz que não quer mais nada hoje e sai correndo da loja, esta peça de roupa tem grandes chances de ficar para sempre do seu roupeiro (isto quando ele não leva a esposa para decidir a compra junto na loja).

Comportamento da mulher quando compra suas roupas (em qualquer dia, hora ou ocasião): Como sempre estão vendo vitrines, algo a atrai e entra na loja, pede para baixar uma prateleira inteira de blusas, prova umas dez (no mesmo provador que o homem usou, mas com uma tranquilidade budista), quando a vendedora abre o provador com mais opções para combinar ela adora e prova tudo. Ao final da prova diz que vai dar mais uma olhadinha e volta (e volta mesmo), compra o que lhe interessa (sempre peças diferentes das que já tem) e talvez mais algum acessório indispensável (que os homens nunca notam, mas elas não compram para eles mesmo, e sim para as outras mulheres notarem).

Esta diferença de comportamento entre outras tantas estão bem descritas no livro do Paco Underhill chamado Vamos as Compras, recomendo a leitura.
Sem querem discriminar, as diferenças são genéticas e bem antigas, desde os primórdios da civilização que o homem cumpre um papel de caça (objetivo e focado) e a mulher porteje a prole (visão periférica para defender-se de predadores).
E cada vez mais as mulheres estão ganhando o mercado de trabalho aliando os dois hemisférios do cérebro, usando seu cérebro multitarefa e disciplina junto com uma visão mais focada e objetiva.
Ficam pontos a pensar: O que você faz na sua loja para agradar estes dois perfis tão diferentes? Você venderia um carro para uma mulher mostrando o motor e o aro das rodas? Nós homens conseguiremos um dia ver tv e conversar ao mesmo tempo?
Os tempos estão mudando e tem gente que não enxerga ou não quer enxergar...

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Um comentário:

Anônimo disse...

bem colocado, gostaria de um contato seu para orientar meus vendedores para estas diferenças, meu ramo é confecção (5 lojas em /curitiba)

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